Gregg Mottola ainda é um desconhecido da maioria do público, apesar de se tratar do realizador da excelente comédia teen, Superbad, de 2007. O Inicio de carreira passou desapercebido com o modesto The Daytrippers, que também escreveu, passando a realizar alguns episódios de algumas séries. Depois do, por cá subvalorizado Super Baldas, volta a assinar o argumento e a dirigir Adventureland que estreia a 27 de Março. Jesse Einsenberg (o mesmo do The Squid and the Whale) acabou o secundário e resolve arranjar um emprego no parque de diversões local, enquanto tenta encontrar o sentido da vida. Conta ainda com Kristen Stewart, Martin Starr, Bill Hader, Kristin Wiig e Ryan Reynolds, mas não é produzido pelo Appatow.
No post anterior falava-se de revivalismos e aqui vem mais um. O fenómeno da contra-cultura, nos estados Unidos dos anos 70, é algo de muito próprio e enraizado na sociedade da altura. O cinema, tal como outras artes, viveram a explotation sobre as mais variadas formas. Filmes de má qualidade (na sua maioria) faziam propaganda às drogas, ao sexo, à violência ou a algumas estrelas em ascensão, o que transformou as grindhouses numa segunda casa para muita gente. O sexploitation, o blaxploitation, o shock exploitation, os filmes de canibais e os de zombies, eram os sub-géneros mais apreciados que o díptico Grindhouse, de Tarantino e Rodriguez veio homenagear. Shaft foi um dos sucessos da blaxploitation que em 2000 foi recuperado por John Singleton, com Samuel L. Jackson no papel do herói, mas com fracos resultados da crítica e na bilheteira. Talvez lhe faltasse um espírito mais série B que este Black Dynamite parece ter. Sem tentar renovar o género, Scott Sanders cria uma sátira aos filmes da altura, sobre uma lenda da acção afro-americana (Black Dynamite) disposto a lutar sozinho contra o mal-feitor (The Man), que lhe matou o irmão, infiltrou heroína nos orfanatos da cidade e inundou o gueto de bebidas alcoólicas adulteradas. Estreia este ano, não tem data marcada mas já tem trailer.
No post anterior falava-se de revivalismos e aqui vem mais um. O fenómeno da contra-cultura, nos estados Unidos dos anos 70, é algo de muito próprio e enraizado na sociedade da altura. O cinema, tal como outras artes, viveram a explotation sobre as mais variadas formas. Filmes de má qualidade (na sua maioria) faziam propaganda às drogas, ao sexo, à violência ou a algumas estrelas em ascensão, o que transformou as grindhouses numa segunda casa para muita gente. O sexploitation, o blaxploitation, o shock exploitation, os filmes de canibais e os de zombies, eram os sub-géneros mais apreciados que o díptico Grindhouse, de Tarantino e Rodriguez veio homenagear. Shaft foi um dos sucessos da blaxploitation que em 2000 foi recuperado por John Singleton, com Samuel L. Jackson no papel do herói, mas com fracos resultados da crítica e na bilheteira. Talvez lhe faltasse um espírito mais série B que este Black Dynamite parece ter. Sem tentar renovar o género, Scott Sanders cria uma sátira aos filmes da altura, sobre uma lenda da acção afro-americana (Black Dynamite) disposto a lutar sozinho contra o mal-feitor (The Man), que lhe matou o irmão, infiltrou heroína nos orfanatos da cidade e inundou o gueto de bebidas alcoólicas adulteradas. Estreia este ano, não tem data marcada mas já tem trailer.
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