Os Basterds são um grupo de soldados judeus americanos, liderados pelo tenente Aldo Raine (Pitt), enviados para a França Nazi com a finalidade de chacinar o maior número possível de soldados alemães. Shosanna (Laurent) é uma refugiada judia que assistiu à morte da sua família pelo impiedoso Coronel Hans Landa (Waltz) e prepara a vingança anos mais tarde, durante a estreia dum filme-propaganda nazi, numa sala de cinema parisiense onde é gerente. A presença das mais altas patentes do Terceiro Reich para auto-vanglória do seu nacionalismo sanguinário, atrai a atenção dos Sacanas e promete um desfecho inesquecível à história. O contributo de Tarantino no cinema contemporâneo é inegável, especialmente se tivermos em conta que é raro vermos outro nome grande a dedicar-se ao cinema de autor no campo da acção. Quem vê nos seus filmes sempre o mesmo, talvez não entenda bem o hype, mas Q assina aqui uma obra-prima como só ele sabe fazer, marcada pela sua idiossincrática forma de ver e sentir o cinema, em duas horas e meia que passam a voar (ele fazia mais, mas teria que dividir em dois, ou passar a mini-série). A câmara mexe-se como catalisador da acção e a banda sonora imerge-nos numa Segunda Grande Guerra Spaguetti, acompanhada de genuínas gargalhadas e suculentas pitadas de violência gore. As personagens são na generalidade brilhantes e o grupo de actores que as encarnam, dos nazis aos aliados, encontram-se invariavelmente à altura. Brad Pitt e Christopher Waltz estão irrepreensíveis como os mais sádicos e os mais cómicos, mas até os fugazes Hitler e Goebbels nos pagam a visita à grande tela. Toda a gente, com a idade recomendada, deve assistir à sétima longa de Tarantino, provavelmente a sua melhor obra depois de Pulp Fiction.
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Inglourious Basterds
Os Basterds são um grupo de soldados judeus americanos, liderados pelo tenente Aldo Raine (Pitt), enviados para a França Nazi com a finalidade de chacinar o maior número possível de soldados alemães. Shosanna (Laurent) é uma refugiada judia que assistiu à morte da sua família pelo impiedoso Coronel Hans Landa (Waltz) e prepara a vingança anos mais tarde, durante a estreia dum filme-propaganda nazi, numa sala de cinema parisiense onde é gerente. A presença das mais altas patentes do Terceiro Reich para auto-vanglória do seu nacionalismo sanguinário, atrai a atenção dos Sacanas e promete um desfecho inesquecível à história. O contributo de Tarantino no cinema contemporâneo é inegável, especialmente se tivermos em conta que é raro vermos outro nome grande a dedicar-se ao cinema de autor no campo da acção. Quem vê nos seus filmes sempre o mesmo, talvez não entenda bem o hype, mas Q assina aqui uma obra-prima como só ele sabe fazer, marcada pela sua idiossincrática forma de ver e sentir o cinema, em duas horas e meia que passam a voar (ele fazia mais, mas teria que dividir em dois, ou passar a mini-série). A câmara mexe-se como catalisador da acção e a banda sonora imerge-nos numa Segunda Grande Guerra Spaguetti, acompanhada de genuínas gargalhadas e suculentas pitadas de violência gore. As personagens são na generalidade brilhantes e o grupo de actores que as encarnam, dos nazis aos aliados, encontram-se invariavelmente à altura. Brad Pitt e Christopher Waltz estão irrepreensíveis como os mais sádicos e os mais cómicos, mas até os fugazes Hitler e Goebbels nos pagam a visita à grande tela. Toda a gente, com a idade recomendada, deve assistir à sétima longa de Tarantino, provavelmente a sua melhor obra depois de Pulp Fiction.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Inglourious Basters
Mais uma vez Inglourious Basters. Tarantino, não conseguiu aprontá-lo a tempo de competir em Cannes, mas o trailer já está à disposição com muita acção e muito sangue. Para saber mais sobre o filme é só carregar aqui para ler o post antigo.
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Che
O novo projecto de Steven Soderbergh já foi exibido em Cannes, no New York Film Festival e estreia dia 24 deste mês nos Estados Unidos. Ernesto "Che" Guevera de la Serna volta ao grande ecrã num projecto ambicioso de Soderbergh, um épico histórico de 257 minutos, que demorou cerca de oito anos a ser preparado e 3 "Oceans" para ser pago. O filme tem sido apresentado por inteiro, com um intervalo de 30 minutos, mas será comercializado em duas partes, devido à sua longa duração: The Argentine e Guerrilla. Benicio Del Toro é o protagonista e era apontado como um possível candidato a levar a estatueta para casa, uma vez que ganhou o prémio em Cannes. Nos Globos de Ouro nem sequer foi nomeado, em deterimente de outras grandes interpretações. A primeira parte é baseada nas memórias de Che, "Reminiscences of the Cuban Revolutionary War" e fala da revolução que liderou em Cuba, derrubando o ditador Fugencio Batista em 1959. O segundo, baseado no seu diário "Bolivian Diary", conta-nos como, quase uma década depois, Che tenta fazer nova revolução, desta feita na Bolívia, mas não sendo bem sucedido, acaba por ser preso e executado. Apesar de ambas as partes seguirem o líder e a suas guerrilhas através de terrenos perigosos ou intransitáveis, em busca da melhor estratégia de ataque, a primeira é apontada como um filme mais de acção enquanto que a segunda puxa mais ao thriller. Géneros à parte, Soderbergh traz-nos um filme político que começou logo por criar discussões. Muitos acham que o lado mais violento de Che não foi devidamente retratado, deixando a imagem de herói que os putos de 15 anos trazem nas camisolas, sem conhecerem a verdadeira história. "Shake things up" diz Soderbergh. Como nisto há sempre a história do dinheiro, ainda estamos à espera da estreia apesar de já estar pronto há uns meses. Ainda dá para ver, quem não viu, o Diarios de Motocicleta de Walter Salles, bastante bom por sinal, como prequela do que aí vem, já que se trata, mais uma vez, duma adaptação dos diários de Che. Fica o trailer.
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Inglourious Basters e The Expendables
Tarantino não pára e andava a correr para tentar estrear o seu novo filme, Inglourious Basterds, em Maio, na próxima edição do festival de Cannes. Ao que parece o tempo é insuficiente e o filme já tem data de estreia marcada para 21 de Agosto, juntamente com os blockbusters de verão. O excêntrico realizador que se estreou em 1992 com o notável Reservoir Dogs, não fez até à data um filme mau e prepara a primeira obra em cenário de guerra. Depois de ter repintado a temática do crime, homenageado as orientais artes-marciais e a exploitation das grindhouses dos 70, e reabilitado, ou reanimado, umas quantas "personas" (de)caídas no abandono, Q sonhava com mais um projecto delirante, desta vez sobre a 2ª Grande Guerra, numa França ocupada pelos nazis e com contornos de western spaguetti. Para isso queria juntar Stallone, Schwarzenegger, Willis, Pitt, DiCaprio e quem mais houvesse. Destes nomes restou Brad Pitt que interpreta o tenente Aldo Raine, líder dum grupo de soldados americanos judeus, os "Basterds", que têm como missão espalhar o terror pelo 3º Reich, matando brutalmente cada nazi que apareça pela frente. A menina do filme é a Diane Kruger, uma francesa que trabalha num cinema em Paris, que eles têm como alvo. Samuel L. Jackson desta vez é o narrador e vão aparecer umas caras conhecidas como as de Mike Myers, B. J. Novak, Daniel Brühl, Samm Levine, Eli Roth ou Julie Dreyfus. Ainda anda tudo muito calado, mas já se podem ver 3 imagens.

Ainda sem data marcada, mas com grandes probabilidades de sair só em 2010, está o novo projecto de Sylvester Stallone, The Expendables. O grande herói dos anos 80 não fica bem com botox, mas o desenterrar de Rocky em 2006, permitiu-o descansar em paz, já que (mau ou não) é bem melhor que as sequelas anteriores. Espremido o herói do cinto, virou-se para o herói da fita que fez jorrar mais sangue em 2008 que nos tempos do spectrum, deixando bastante gente alegremente surpreendida com a massiva chacina do "Fearless John". Já que estamos numa de revivalismos e o Tarantino já não me quer (deve ter pensado o mr. Sly), porque não realizar um filme à moda antiga, daqueles com pancadaria a sério como se fazia nos anos 80? É só convidar uns amigos para fazer de mercenários e mandamo-nos todos numa missão para acabar com um ditador na África do Sul. Ainda em pré-produção, vai-se compondo o elenco dum dos mais aguardados filmes do próximo ano, por suscitar curiosidade ver o velho formato com as condições actuais e as condições actuais dos velhos formatados, ou por pura nostalgia. Para já confirmados temos: Sylvestre Stallone, Dolph Lundgren, Mickey Rourke, Jason Statham e Jet Li. Quase nem dá para imaginar e até faz lembrar uma frase do próprio Sly: "I really am a manifestation of my own reality"... nuts.
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