quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Inglourious Basterds

Os Basterds são um grupo de soldados judeus americanos, liderados pelo tenente Aldo Raine (Pitt), enviados para a França Nazi com a finalidade de chacinar o maior número possível de soldados alemães. Shosanna (Laurent) é uma refugiada judia que assistiu à morte da sua família pelo impiedoso Coronel Hans Landa (Waltz) e prepara a vingança anos mais tarde, durante a estreia dum filme-propaganda nazi, numa sala de cinema parisiense onde é gerente. A presença das mais altas patentes do Terceiro Reich para auto-vanglória do seu nacionalismo sanguinário, atrai a atenção dos Sacanas e promete um desfecho inesquecível à história. O contributo de Tarantino no cinema contemporâneo é inegável, especialmente se tivermos em conta que é raro vermos outro nome grande a dedicar-se ao cinema de autor no campo da acção. Quem vê nos seus filmes sempre o mesmo, talvez não entenda bem o hype, mas Q assina aqui uma obra-prima como só ele sabe fazer, marcada pela sua idiossincrática forma de ver e sentir o cinema, em duas horas e meia que passam a voar (ele fazia mais, mas teria que dividir em dois, ou passar a mini-série). A câmara mexe-se como catalisador da acção e a banda sonora imerge-nos numa Segunda Grande Guerra Spaguetti, acompanhada de genuínas gargalhadas e suculentas pitadas de violência gore. As personagens são na generalidade brilhantes e o grupo de actores que as encarnam, dos nazis aos aliados, encontram-se invariavelmente à altura. Brad Pitt e Christopher Waltz estão irrepreensíveis como os mais sádicos e os mais cómicos, mas até os fugazes Hitler e Goebbels nos pagam a visita à grande tela. Toda a gente, com a idade recomendada, deve assistir à sétima longa de Tarantino, provavelmente a sua melhor obra depois de Pulp Fiction.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Ponyo on the Cliff by the Sea & Coraline

Hayao Miyazaki tem andado desaparecido desde Howl's Moving Castle de 2004, mas o novo filme Ponyo on the Cliff by the Sea já estreou em meados de Julho no Japão e até já ganhou uns prémios em Veneza. O registo é o mesmo, talvez ainda um pouco mais dirigido aos pequenos, mas já há quem diga que é novo clássico. Desta vez a história anda à volta da relação dum miúdo de 5 anos e duma princesa, versão peixe-vermelho, que anseia tornar-se humana.



Tim Burton é reconhecido por quase toda a gente como o maior realizador do género fantástico da actualidade e foi ele que nos trouxe o inesquecível The Nightmare Before Christmas. Apesar de ser o criador da história, o facto de não ter experiência com a animação fez com que a realização ficasse a cargo de Henry Selick. O seu trabalho no filme foi sempre ofuscado pelo universo de Burton e os seguintes filmes dois fracassos: James and the Giant Peach e Monkeybone. Regressa agora com Coraline que estreia cá esta quinta-feira e que diz quem já viu que é imperdível. Usando a mesma técnica de animação, a história conta as aventuras duma miúda que encontra uma porta secreta na sua nova casa que a transporta para uma realidade alternativa, semelhante a sua vida real e, à primeira vista, melhor. Dêem uma olhadela.


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Il Grido di Antonioni

Michelangelo Antonioni nasceu em Ferrara, em 1912, no seio duma família de classe média, e cresceu nos arredores da província italiana. Morreu em Roma a 30 de Julho de 2007, no mesmo dia de Ingmar Bergman. Apesar de ter estudado ecónomia e comércio, também escrevia para o jornal local e em 1939 mudou-se para Roma, onde escreveu para o jornal Cinema e, ao mesmo tempo, tirou o curso de realização. Tornou-se numa das principais figuras do Neo-Realismo italiano juntamente com Rossellini e Visconti, como impulsionador e executante, com algumas curtas semi-documentariadas. Os seus primeiros três filmes claramente influenciados pelas suas raízes burguesas já fujiam um pouco do estilo neo-realista ao expôr duma maneira menos simpática a classe média. A sua quarta longa metragem é Il Grido, de 1957, e precede a trilogia com que atingiu o sucesso mundial (L'Avventura (1960), La Notte (1961) e L'Eclisse (1962)), levando a que mais tarde fosse trabalhar no estrangeiro, nomeadamente Reino Unido (Blow Up (1968)) e Estados Unidos (Zabriskie Point (1970)). O que marca este filme, muitas vezes subvalorizado, é o assumir da temática que o vai acompanhar durante a sua carreira: a alienação do indíviduo. A trilogia supracitada, a da alienação, ou se quisermos acrescentar o magnifico Il Deserto Rosso (1964) para completar uma tetralogia onde pontifica a sua musa Monica Vitti, são o consumar artistico do visionário italiano.
Na película de 57 acompanhamos Aldo (Steve Cochran), uma mecânico duma refinaria, que ao ser rejeitado pela mulher (Irma) com quem compartilhou adulteramente o leito durante sete anos, em vez da união consumada e por ele desejada, após o falecimento do marido de Irma (ausente durante todo esse tempo), Aldo parte com a filha de ambos (Roasina) com destino incerto, em busca de novo emprego e nova vida. Ao longo da viajem, Aldo vai encontrando várias mulheres, também solitárias e em busca de afecto, como a sua antiga amante, uma viúva dona duma estação de gasolina ou uma prostituta necessitada, que lhe dão casa e amor, mas não lhe fazem esquecer Irma nem o vazio profundo que o assola. Ao longo desta jornada que começa com um insuportável desgosto amoroso, prossegue com uma insessante busca de identidade e culmina quando a personagem se perde, ou se encontra, no seu destino, Antonioni faz-nos reflectir sobre a importância das relações e dos afectos, sobre a solidão e o porquê da nossa existência. Como dá para perceber, está lá tudo o que esperamos (ou não) dum filme dele, em longos planos sequência de personagens que vagueiam por paisagens sublimes, acompanhadas de poucos diálogos, o que Bergman uma vez chamou de cinema desinteressado e visionário. Não é uma obra-prima como outras, mais pelo argumento, mas merece um 4/5. Sobre o cinema de Antonini queria ainda dizer que usa a côr como poucos. Basta ver a expressividade que dá à imagem no seu primeiro filme colorido, o já falado, Il Deserto Rosso. Outra obra-prima a reter: Professione: Reporter (1975) com Jack Nicholson, fantástico. Em termos de influêcias: Wim Wenders, Lars Von Trier, Wong Kar-Wai ou mesmo Tarkovky, po exemplo, seguiram os seus passos. Para terminar vou dar-lhe a palavra:

Em Cannes, quando estreou L'Avventura:

"In the modern age of reason and science, mankind still lives by a rigid and stereotyped morality which all of us recognize as such and yet sustain out of cowardice and sheer laziness".
"My films explore the paradox that we have examined those moral attitudes very carefully, we have dissected them and analyzed them to the point of exhaustion. We have been capable of all this, but we have not been capable of finding new ones".

"Morality: When man becomes reconciled to nature, when space becomes his true background, these words and concepts will have lost their meaning, and we will no longer have to use them".

George Clooney Vs. Clark Gable


São ambos considerados galãs do cinema de Hollywood. Dizem que são parecidos, ou que Clooney faz lembrar Gable, mas com orelhas mais pequenas. Nunca se cruzaram no tempo, o primeiro nasceu em 1961, o segundo em 1901 e morreu em 1960. Num tête à tête, quem sairia a ganhar? Começaram os dois a carreira aos 23 anos. Clooney com pequenos papéis em séries e Gable como figurante em mais duma dezena de filmes mudos. Atingiram os dois o sucesso com a ajuda da sua aparência, mas depois de bastante apreciados nos palcos de teatro. Gable conseguiu-o com uma estalada a Norma Shearer em A Free Soul, que o levou a conseguir um papel principal e não voltar aos secundários, Clooney deu nas vistas em From Dusk Till Dawn, fez mais alguns filmes mas só saltou para a ribalta depois de Serviço de Urgência. Gable era um republicano conservador e foi aviador na Segunda Guerra Mundial. Clooney é um democrata liberal e activista dos direitos humanos. Gable foi casado com Carole Lombard, a "rainha" do screwball, Clooney com Talia Balsam, já a vimos em telefilmes, séries e alguns maus filmes. Ganharam os dois um óscar, Gable de principal em It Happenned One Night (a par de A Flew Over a Cuckoo's Nest, o único a ganhar os 5 óscares principais) e Clooney de secundário em Syriana. O filme mais famoso de Gable é Gone With the Wind, o de Clooney Ocean's Eleven. Gable era conhecido como "The King of Hollywood", as Nações Unidas nomearam Clooney "Messenger of Peace". Gable foi possivelmente o actor mais famoso dos anos 30 e 40, entrando em muitos trabalhos reconhecidos até à sua morte e um dos pioneiros no crescimento do cinema sonoro. Clooney deu nas vistas com mais idade, é figura da era do blockbuster e da indústria mainstream, mas já virou realizador, produtor e argumentista, com bastante bons resultados, em projectos de risco comercial e de considerável impacto político e social. É um bocado injusto comparar um actor de carreira feita com outro com ela a meio, mas o juiz não é justo. Pesando isto tudo, metendo alguns filmes mais importantes e umas curiosidades à mistura... vamos ver para onde inclina a balança.


Sete Harpos de Clooney contra 8 de Gable. Clark Gable ganha pela diferença mínima, mas Clooney ainda vai a tempo de fazer mais pela história, passando isso talvez pela realização.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Linda Ash

Lenny e Amanda são um casal que não pode ter filhos e adoptam uma criança, Max, que se vem a revelar brilhante. Lenny fica obsecado por saber quem serão os verdadeiros pais da criança que devem também eles ser brilhantes. Chegamos assim a Linda Ash (Mira Sorvino), a verdadeira mãe de Max, que é uma desbocada prostituta e estrela porno que pode deve à inteligência. O filme chama-se Mighty Aphrodite, um dos simpáticos de Woody Allen nos anos 90 e valeu a Sorvino o óscar de melhor actriz secundária, num desempenho marcante na carreira da actriz. Bastante solicitada no decénio passado e no inicio do actual, ultimamente tem sido mais desaproveitada, fazendo sobretudo muito telefilme. Pode ser que o Tarantino pegue nela. Em baixo fica uma apanhado desta personagem Linda Ash.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Colecção Público: 8 Semanas, 8 Filmes

Começa no próximo sábado, dia 14 de Fevereiro a nova colecção de filmes do Público. Durante 8 semanas podemos comprar ao sábado um filme por 1,95 euros, ou seja, quem os comprar todos, acaba a colecção a 4 de Abril por 15,60 euros, fora o jornal está claro. Tendo em conta que o preço é inferior ao de aluguer, a lista de filmes é excelente, vai do mediano ao muito bom e todos eles são premiados:

14 de Fevereiro - Brokeback Mountain (2005) - Ang Lee
21 de Fevereiro - Youth Without Youth (2007) - F. F. Coppola
28 de Fevereiro - Redacted (2007) - Brian de Palma
7 de Março - Hero (2002) - Yimou Zhang
14 de Março - Breakfast on Pluto (2005) - Neil Jordan
21 de Março - Monster's Ball (2001) - Marc Forster
28 de Março - Papillon (1973) - Franklin J. Schaffner
4 de Abril - Dirty Pretty Things (2002) - Stephen Frears

Para mais informações sobre os filmes e até ver os trailer carreguem aqui. Eles aconselham que se mande guardar... serão poucas cópias ou muito poucas cópias?

Inglourious Basters

Mais uma vez Inglourious Basters. Tarantino, não conseguiu aprontá-lo a tempo de competir em Cannes, mas o trailer já está à disposição com muita acção e muito sangue. Para saber mais sobre o filme é só carregar aqui para ler o post antigo.


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Sherlock Holmes


Sir Arthur Conan Doyle editou em 1987 A Study in Scarlet, o primeiro romance do detective mais famoso da literatura britânica, Sherlock Holmes. Doyle escreveu mais de 50 contos, romances e peças de teatro sobre o investigador do final do século XIX, fiel seguidor do método científico e da lógica dedutiva, como meio de resolução dos mistérios que tinha entre mãos. Holmes e o inseparável amigo Watson foram adaptados à tela e ao pequeno ecrã um sem número de vezes, desde Adventures of Sherlock Holmes de 1905, até aos dias de hoje, em curtas e longas-metragens, telefilmes, séries de TV e sketches cómicos, com muitas variações da obra e até paródias. O mais conhecido é provavelmente The Hound of the Baskervilles e remonta ao ano de 1939 enquanto que a recente produção, mais considerável, é o Xangô de Baker Street de 2001, com o nosso Joaquim de Almeida, apesar de já não haver uma versão que interesse ao público há imensos anos. Em filmagens e com data de estreia marcada para 19 de Novembro, está uma super-produção a cargo de Guy Ritchie (Snatch), intitulada apenas Sherlock Holmes. A história ainda se encontra nos segredos dos deuses, sabe-se apenas que a dupla anda atrás dum bandido que ameaça toda a Inglaterra, e que não se trata apenas de um filme de crime e mistério, mas também um thriller de acção e aventura, onde Holmes despe o traje e ataca com os punhos. Para além do legado de Conan Doyle, a história também terá como base a adaptação para comic de Lionel Wigram, onde Holmes mostra a sua faceta mais moderna e boémia, e se veste mais como um artista ou um poeta. Ritchie queria um actor jovem para dar uma abordagem à obra tipo Batman Begins (já deve estar a pensar no dinheiro das sequelas), mas resolveu apostar em Robert Downey Jr. que está em grande depois da reabilitação. Watson é Jude Law, mas não é o palerma dos filmes dos anos 30 e 40, e até já fez com que Ritchie e Downey Jr. se chateassem porque este foi obrigado a usar tacões para não parecer tão baixo. O vilão é Lord Blackwood, interpretado por Mark Strong e a femme fatale é Irene Adler às ordens de Rachel MacAdams. Há apenas algumas imagens à disposição e muito burburinho à volta da produção. Esperamos para ver.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Star Trek & Fanboys

Os fanáticos da ficção científica (alguns) já parecem mais descansados com o primeiro trailer do novo filme da mítica saga que tem estreia marcada para 9 de Maio. Chama-se Star Trek... XI ou Zero. Apesar de não se saber ainda a história do filme, é certo que vai relatar os primeiros anos da USS Enterprise e da sua tripulação, de Kirk a Spock. Está visto que é mais um zero que um onze, já que não continua com a história, mas tenta recomeçar a saga, além de J. J. Abrahams (Lost, Alias e MI3) se esforçar por dar uma melhor imagem à história que nos últimos titulos se aproximava duma espécie de série B retro sci-fi flick. Muitos efeitos especiais, Chris Pine, Zachary Quinto, Eric Bana, Winona Ryder, Simon Pegg, Zoe Saldana, John Cho e mais alguns actores conhecidos da tv vão encher as salas de trekies. Vejam lá o trailer:



Já agora, estreia esta sexta-feira, na Islândia (segundo o imdb), um filme passado em 1998, sobre um grupo de fanáticos do Star Wars que tentam assaltar o Skywalker Ranch e roubar uma cópia de Episode I: The Phantom Menace: Fanboys. Um dos membros já leva vida de adulto há uns tempos e começam a notar um certo distanciamento. Resolvem então fazer o que planeavam desde o quinto ano, antes que fosse tarde demais para disfrutar como sempre imaginaram, e roubar a cópia, uma vez que a estreia ainda vai demorar largos meses. O realizador é Kyle Newman e os 5 "Jedi", Dan Fogler, Jay Baruchel, Kristen Bell, Chris Marquette e Sam Huntington, nesta comédia/road movie que os vai levar, entre outros sitios, a uma convensão de trekies. Seth Rogen é o supergeektrekie do trailer:


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Fantasporto 2009

Pois é, o Fantas está de volta. De hoje a uma semana tem inicio o 29º Festival Internacional de Cinema do Porto que acaba dia 1 de Março. Como um dos principais destaques temos a estreia de Che: The Argentine, primeira parte do diptíco de Soderbergh, com Benicio Del Toro a mostrar todo o seu talento no papel do revolucionário Guevara. Adam Ressurrected é outro dos que mais se fala. Willem Dafoe e Jeff Goldbum enfrentam-se no novo de Paul Schrader, argumentista de Taxi Driver e Raging Bull.

Em competição na Selecção Oficial do Cinema Fantástico estão 16 filmes, 12 na Secção Oficial da Semana de Realizadores e 8 na Secção Orient Express. Entre os mais falados contam-se, Eden Lake de James Watkins que causou muita polémica no Reino Unido por ser ultra-violento. The Unborn de David S. Goyer, o argumentista dos Batman de Nolan. Absurdistan, uma comédia de costumes do criador de Tuvalu, Veit Helmer. The Wrestler de Darren Aronofsky, mais uma contribuição para a 7ª Arte do criador de Pi, Requiem for a Dream e The Fountain, com o renascimento surpreendente de Mickey Rourke que já ganhou o Globo de Ouro. The Escapist de Rupert Wyatt, com Brian Cox, Joseph Finnes e Seu Jorge. Palermo Shooting, o regresso de Wim Wenders com som de Lou Reed, Nick Cave e Portishead. Choke, estreia de Clark Gregg na realização e adaptação do livro homónimo de Chuck Palahniuk. Takut: Faces of Fear, o primeiro filme indonésio de terror. The Chaser de Hong-jin Na, um dos favoritos que já vai levar com remake americano. Mais uma adaptação de Hansel & Gretel de Pil-Sung Yim. Tokyo Gore Police, Nightmare Detective 2, The Deal, Walled In e Bellini e o Demónio são outros dos aspirantes.

Temos as habituais retrospectivas. José Fonseca e Costa é o cineasta nacional homenageado este ano com filmes como Kilas, o Mau da Fita, Cinco Dias, Cinco Noites ou A Balada da Praia dos Cães. Mario Bava, um dos nomes do terror italiano também estará presente assim como Jorg Buttgereit , com todas as suas longas em exibição. Retrospectiva Cinema e Arquitectura mostra grandes filmes como A.I. e Blindness, acompanhados de clássicos intemporais como Metropolis ou Blade Runner. Vai ainda decorrer uma retrospectiva do cinema da Galiza com uma grande variedade de curtas e longas metragens.

O panorama do cinema português exibe Arte de Roubar de Leonel Vieira e Entre os Dedos de Tiago Guedes e Frederico Serra, para além duma data de curtas.

A Praça D. João II vai voltar a ter uma tenda, como nos últimos anos, um lugar de convívio com DJ's, outras propostas alternativas ao festival e o programa "Porto em Curtas", onde serão exibidas cerca de 400 curtas de todo o mundo, com destaque para obras de países como a Espanha, a França, a Holanda e a Escócia.

Para encerrar, mais uma vez no Sá da Bandeira, o Baile dos Vampiros.

Como é óbvio, o site do Fantas tem toda a informação, mas para ser mais fácil deixo aqui os links:

Lista Oficial de Filmes
Grande Auditório do Rivoli
Pequeno Auditório do Rivoli